Falar, é reaprender a ver o mundo!
O que uma clínica psicoterapêutica
a partir da Esquizoanálise e do Esquizodrama pode produzir?
Devires! Devires! Devires!

Um Devir Navegante
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O devir navegante é a potência de não permanecer fixado em formas de existir que já não nos fazem viver. É aprender a navegar pelas incertezas, afetos e acontecimentos, experimentando novos modos de sentir, pensar, relacionar-se e criar.
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Cuidar da saúde mental também pode ser isso: não apenas suportar as tempestades, mas desenvolver a potência de navegar por elas, descobrindo novos territórios de existência e ampliando aquilo que um corpo pode criar e viver.

Um Devir Natureza
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O devir natureza nos convida a perceber que não somos separados do mundo, mas parte de uma multiplicidade de forças, afetos e relações que nos atravessam. Devir natureza é abrir-se aos movimentos da vida, permitindo que novos encontros e possibilidades transformem nossos modos de existir.
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Para a saúde mental, essa perspectiva pode favorecer uma relação mais potente com o próprio corpo, com os outros e com o ambiente, criando condições para experimentar, inventar e produzir novas formas de vida, em vez de permanecer aprisionado a modos de existência que produzem sofrimento.

Um Devir Beija-Flor
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Devir beija-flor: a potência de criar movimento
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O devir beija-flor pode ser pensado como a potência de mover-se entre diferentes territórios, encontros e afetos, sem perder a capacidade de criar. É experimentar a leveza, a agilidade e a curiosidade diante da vida, buscando aquilo que nos nutre e produz novos sentidos.
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Para a saúde mental, esse devir pode abrir espaço para inventar outras maneiras de lidar com o sofrimento, ampliar os encontros que nos fortalecem e descobrir novas possibilidades de existência. Como o beija-flor, trata-se de movimentar-se, experimentar e encontrar, em meio às multiplicidades da vida, aquilo que pode fazer florescer nossa potência de viver.
