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O que uma klínica psicoterapêutica
  a partir da Esquizoanálise e do Esquizodrama pode produzir?

Pôr do sol em alto mar
Vista para a natureza
Beija-flor

Um Devir Navegante

  • O devir navegante é a potência de não permanecer fixado em formas de existir que já não nos fazem viver. É aprender a navegar pelas incertezas, afetos e acontecimentos, experimentando novos modos de sentir, pensar, relacionar-se e criar.

Roda de capoeira

Um Devir Capoeira

  • O devir capoeira é uma potência de invenção do corpo: movimento, ritmo, jogo, esquiva, encontro e improvisação. Na perspectiva da Esquizoanálise e do Esquizodrama, entrar nesse devir é experimentar outras maneiras de sentir, agir e se relacionar, deslocando o corpo dos lugares rígidos que o aprisionam.

Um Devir Natureza

  • O devir natureza nos convida a perceber que não somos separados do mundo, mas parte de uma multiplicidade de forças, afetos e relações que nos atravessam. Devir natureza é abrir-se aos movimentos da vida, permitindo que novos encontros e possibilidades transformem nossos modos de existir.

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Um Devir Guerreiro

  • Devir guerreiro é aprender a combater as forças que diminuem a potência de viver, sem transformar o outro em inimigo. É fazer do conflito uma possibilidade de criação, do medo uma passagem e da própria existência um campo de invenção. Assim, pode contribuir para uma saúde mental entendida como expansão da potência, autonomia e capacidade de criar novos caminhos para a vida.

Um Devir Beija-Flor

  • O devir beija-flor pode ser pensado como a potência de mover-se entre diferentes territórios, encontros e afetos, sem perder a capacidade de criar. É experimentar a leveza, a agilidade e a curiosidade diante da vida, buscando aquilo que nos nutre e produz novos sentidos.

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Um Devir Lobo

  • O devir lobo pode ser uma experiência de reconexão com forças que foram domesticadas ou silenciadas: o instinto, a liberdade, a percepção e a capacidade de criar territórios próprios. Na perspectiva da Esquizoanálise e do Esquizodrama, não se trata de imitar o lobo, mas de deixar-se afetar por aquilo que ele evoca e experimentar outros modos de sentir, agir e existir.

E...E...E...E...E...E...E...E...Outros devires que mobilizem nossos corpos para uma vida não-fascista!

Devires que acolham o sofrimento de cada ser de uma maneira singular, potente, inventiva e libertadora.

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